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1932Elaboração do anteprojeto do Instituto Nacional de Estatística e Cartografia, por Mário Augusto Teixeira de Freitas.
1934Decreto de criação do Instituto Nacional de Estatística, origem do IBGE.
1936Em 1° de julho é realizada a instalação solene do Conselho Brasileiro de Geografia e a aprovação da atualização da carta geográfica do Brasil ao milionésimo. Considerado como empreendimento fundamental do Conselho Nacional de Estatística, estende para todos os estados a colaboração nos trabalhos de cartografia necessários à estatística, centralizados na Diretoria de Estatística e Produção (anteriormente denominada de Diretoria de Estatística e Publicação).

Elaboração do projeto de criação do Conselho Brasileiro de Geografia que originou o Decreto N° 1.527 de 24/02/1937, instituindo o referido Conselho, incorporado ao Instituto Nacional de Estatística.
1937Criação do Conselho Brasileiro de Geografia, para permitir um aprofundamento da geografia do país (partes física e humana), melhorar o conhecimento sobre o território nacional, promover a integração nacional, bem como realizar trabalhos de Cartografia necessários à área de Estatística.
1938O Instituto Nacional de Estatística, através do Decreto n° 218, de 26 de janeiro, passa a se chamar Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, e o Conselho Brasileiro de Geografia passa a Conselho Nacional de Geografia.

Lei Geográfica do Estado Novo (Decreto-lei 311), redefiniu a estrutura de limites dos distritos e municípios.
1939A Seção de Estatística Territorial foi renomeada para Serviço de Coordenação Geográfica. Realização dos primeiros levantamentos geodésicos no Brasil com o objetivo de determinar coordenadas astronômicas em cidades e vilas para a atualização da Carta do Brasil ao Milionésimo de 1922.
1940Pela primeira vez, os dados de coleta no censo foram referenciados a uma base cartográfica, assegurando às estatísticas brasileiras o seu georreferenciamento.
1942Realização do primeiro levantamento aerofotogramétrico no Brasil, pela Força Aérea dos Estados Unidos (USAF), utilizado pelo IBGE para mapeamento, por compilação, na escala 1: 1.000.000.
1944Medição da primeira base geodésica nas proximidades de Goiânia, iniciando o estabelecimento sistemático do Sistema Geodésico Brasileiro (SGB) em sua componente planimétrica, materializado por um conjunto de pontos (pilares, marcos ou chapas) situados sobre a superfície terrestre pelo método da triangulação e densificado pelo método de poligonação.
1945O Conselho Nacional de Geografia apresenta um Plano Cartográfico, de abrangência nacional, subdividido em programas distintos, cuja composição define o grau de evolução dos processos de ocupação territorial.

Início dos trabalhos de Nivelamento Geométrico de Alta Precisão, dando partida ao estabelecimento da Rede Altimétrica do Sistema Geodésico Brasileiro (SGB).
1946O Conselho de Segurança Nacional institui comissão para fixar normas para a uniformização da cartografia brasileira e procedimentos para a coordenação dos trabalhos cartográficos – Decreto-lei nº 9.210. A coordenação da Cartografia Brasileira é atribuída ao IBGE.

Foi efetuada a conexão com a Estação Maregráfica de Torres, Rio Grande do Sul, permitindo, então, o cálculo das altitudes das Referências de Nível já implantadas.
1948O Conselho Nacional de Geografia inicia suas atividades na área de fotogrametria.
1956É iniciado um programa visando o estabelecimento do datum (sistema geodésico de referência) horizontal para o Brasil. Durante o projeto, foram determinadas mais de 2.000 estações gravimétricas em torno do VT Chuá, ponto origem, situado em Minas Gerais.
1958Com a Rede Altimétrica com mais de 30.000 km de linhas de nivelamento, o Datum de Torres foi substituído pelo Datum de Imbituba, definido pela estação maregráfica do porto da cidade de mesmo nome, em Santa Catarina.
1959Desdobramento da Divisão de Cartografia do Conselho Nacional de Geografia em Divisão de Cartografia e Divisão de Geodésia e Topografia.
1960Início da produção do álbum da Carta Internacional ao Milionésimo – CIM, visando ao Recenseamento Geral.
1961A área que hoje compõe a Reserva Ecológica do IBGE foi doada ao IBGE pelo governo do Distrito Federal.
1962Publicação da primeira edição completa do álbum da Carta Internacional do Mundo, ao Milionésimo (CIM), correspondente a 46 folhas na escala 1:1.000.000 que recobrem totalmente o país. O IBGE passa a ser signatário da ONU para a produção da CIM.

O IBGE inicia a atuação nas escalas maiores de 1: 250.000, atividades restritas a atuação do Serviço Geográfico do Exército.
1964Aquisição de fotografias aéreas na escala de 1: 60.000 de todo o país, exceto da Amazônia, realizadas pela Força Aérea Norte-Americana – USAF.

O IBGE estrutura e consolida a linha de instrumentos fotogramétricos e amplia a atuação de suas unidades de levantamentos geodésicos, para atender ao apoio terrestre em operações fotogramétricas.
1966É publicada a 1° edição do Atlas Nacional do Brasil.
1967É publicado o Decreto-Lei n° 243 em 28 de fevereiro, com o estabelecimento das diretrizes e bases da cartografia brasileira.

É criada a Comissão de Cartografia (COCAR).
19681ª Conferência Nacional de Geografia (CONFEGE) pelo IBGE, no Rio de Janeiro.

1969Criação da Superintendência de Cartografia e da Superintendência de Geodésia do IBGE.
1972Organizada nova edição da CIM para a comemoração do sesquicentenário da Independência Brasileira.
1973Decreto-Lei 5.878 incluiu, entre as competências do IBGE, a “sistematização de dados sobre meio ambiente e recursos naturais com referência a sua ocorrência, distribuição e frequência”. Para atender a nova demanda, a presidência do IBGE, que criou a Superintendência de Recursos Naturais (SUPREN).
1975Em 22 de dezembro, o Presidente do IBGE, Dr. Isaac Kertenetzky, criou a Reserva Ecológica do Roncador (RECOR), reconhecendo assim, formalmente, a sua importância ecológica.
1977Criada a Diretoria de Geodésia e Cartografia, entretanto, nessa ocasião, as atividades de Geografia (parte física e humana) eram realizadas na Diretoria Técnica (DT).
1978Criado o Programa Especial de Dinamização da Cartografia Terrestre no Brasil, com forte participação do IBGE, representando um esforço nacional para equacionar e impulsionar a produção cartográfica na ocasião.
1979Adoção oficial do SAD 69 como sistema de referência para trabalhos geodésicos e cartográficos desenvolvidos em território brasileiro.
1984É publicado o Decreto n° 89.817 - as Instruções Reguladoras das Normas Técnicas da Cartografia Nacional.
1985Pelo Decreto n° 91.295, de 31 de maio, tanto o acervo de dados gerados pelo Projeto RADAMBRASIL como a totalidade de seus especialistas nas mais diversas áreas das geociências foram transferidos e incorporados ao IBGE.

Finalizado o Programa Especial de Dinamização da Cartografia Terrestre no Brasil.
1986Num processo de reestruturação a Diretoria de Geodésia e Cartografia é renomeada para Diretoria de Geociências.
1988Criado programa para a organização sistemática do Projeto RADAM/RADAMBRASIL, com demais informações do IBGE na escala 1:250.000, nos temas Geologia, Geomorfologia, Vegetação e Solos.
1990Criação do Projeto de Informatização da Cartografia (INFOCAR), com recursos do Banco Mundial, com o objetivo de absorver novas tecnologias e desenvolver metodologias em cartografia digital.

Reforma administrativa executada pelo governo federal desativou a COCAR.
1991O IBGE adquiriu quatro receptores do Global Positioning System (GPS) e começou a utilizar a tecnologia na densificação dos marcos planimétricos do Sistema Geodésico Brasileiro.

É lançado o 1° Manual Técnico em Geociências (Vegetação Brasileira).

É lançada a 1ª Malha Municipal Digital.
1992IBGE elabora normas para levantamento GPS.
1994Reativação da Comissão Nacional de Cartografia, pelo Decreto s/n° de 21 de junho, no Ministério do Planejamento e Orçamento, desta vez denominada CONCAR.
1996Implantação da RBMC (Rede Brasileira de Monitoramento Contínuo do Sistema GPS), surgindo o conceito de redes 'ativas' através do monitoramento (rastreio) contínuo de satélites do Sistema GPS.

Início do mapeamento apoiado por computador – Projeto Conder na Bahia. 1997 Criado o Banco de Dados de Recursos Naturais – BDRN, em ambiente digital, utilizando Sistema de Gerenciamento de Banco de Dados (SGBD) e a tecnologia de Sistemas de Informações Geográficas (SIG), com os conceitos e técnicas disponíveis na época. Posteriormente evoluiu para o Banco de Dados e Informações Ambientais (BDIA), como é conhecido atualmente.
1998O IBGE assume parceria com o SIVAM e elabora a conversão para o meio digital e a atualização do mapeamento da Amazônia Legal na escala de 1:250.000. Também é executado o mapeamento temático de Vegetação, Geomorfologia, Pedologia e Geologia. 2000 Criado o Projeto Mudança do Referencial Geodésico (PMRG), com ampla participação da academia e sociedade, para orientar a adoção de um novo referencial geodésico compatível com as novas tecnologias de posicionamento por satélite.
2002Lançada a primeira edição dos Indicadores de Desenvolvimento Sustentável do Brasil – IDS com informações sobre a realidade brasileira, integrando as dimensões social, ambiental, econômica e institucional.

IBGE inicia o primeiro mapeamento totalmente digital na escala 1: 50.000 na região do Triângulo Mineiro.
2003Lançada a primeira base cartográfica digital contínua de todo o Brasil na escala de 1: 1.000.000 (bCIMd).
2004Realizado o Projeto Pontos Culminantes do Brasil, acordo de parceria científica firmado entre o Instituto Militar de Engenharia (IME) e IBGE, tendo como principal objetivo medir com exatidão a altitude dos pontos mais elevados do Brasil.
2005Adotado o Sistema de Referência Geocêntrico para as Américas (SIRGAS), por meio do decreto Nº 5.334, publicado em 07 de janeiro, com isso foi dada nova redação ao artigo 21 do Decreto Nº 89.817, de 20 de junho de 1984 e a revogação do artigo 22 do mesmo decreto.
2007Assinado acordo de cooperação entre o IBGE e a Alaska Satellite Facility (ASF) da Universidade do Alaska, instituição americana responsável pelo recebimento dos dados do satélite japonês ALOS (Advanced Land Observing Satellite) para as Américas, acordo de cooperação para distribuição de imagens a órgãos do governo, instituições de pesquisa e demais usuário não comerciais no Brasil. Inicia-se a atualização do mapeamento na escala de 1: 250.000 de todo o território nacional.
2008Instituição da Infraestrutura Nacional de Dados Espaciais – INDE, no âmbito do Poder Executivo Federal, pelo decreto n° 6.666.

Retomadas as ações para o mapeamento na escala de 1: 25.000 com o Projeto Rio de Janeiro.
2009Integração em um único arquivo digital georreferenciado dos setores censitários urbanos e rurais, para atender a construção da Base Territorial do Censo 2010. Nessa base, também foram empregados diversos tipos de imagens de satélites para a atualização dos mapas para as operações censitárias.
2010Coleta dos dados do Censo 2010 utilizando formulários digitais e posicionamento por GPS, em equipamento tipo PDA.

Lançamento do Atlas Nacional do Brasil Milton Santos, conforme lei n° 11.159 de 02 de agosto de 2005.

É lançado em Brasília o portal da INDE, o catálogo de metadados e o visualizador de mapas.
2011Disponibilização da primeira versão do Banco de Nomes Geográficos do Brasil – BNGB.
2012Início da participação no Plano Nacional de Gestão de Risco e Resposta a Desastres Naturais na validação e geração de bases cartográficas para o mapeamento de suscetibilidade a movimentos de massa, enchentes e inundações.
2013Lançamento da Base Cartográfica Contínua do Brasil na escala 1: 250.000.

Todas as capitais do país possuem pelo menos uma estação da RBMC.
2014A RBMC ultrapassa mais de 100 estações. Das 101 estações existentes, 63 operam em tempo real e o restante para o pós-processamento.

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